segunda-feira, 16 de maio de 2016

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Resposta de Brian Kocourek Contra a Falsa Crítica de Plágio de William Branham 



Caro irmão (...)

Anos atrás eu realizei uma pesquisa completa sobre o Livro das Sete Eras da Igreja enquanto o irmão Vayle e a irmã Rebeca Branham ainda estavam vivos. De fato, a irmã Rebekah (Branham) Smith também escreveu um artigo detalhando os esforços que foram feitos no livro das Eras da Igreja, o qual eu também usei no curso de minha pesquisa. Eu também confirmei o processo pelo qual o livro foi escrito com o irmão George Smith, que era o marido da irmã Rebeca Branham.

Eu consultei com as seguintes pessoas durante o curso de minha pesquisa sobre o livro das Sete Eras da Igreja: irmão Vayle, irmã Vayle, irmão Pearry Green, irmão Collins, irmão Billy Paul Branham, irmão George Smith, irmã Meda Branham, e eu recebi um comunicado que o irmão Sydney Jackson havia feito pouco antes de morrer, em relação ao que o irmão Branham lhe tinha dito de que “tudo que estava no livro era o ‘assim diz o Senhor’.”. O irmão Collins também verificou isso comigo em 1976.

O Livro das Sete Eras da Igreja não era o livro do irmão Vayle, e nem ele afirmou que fosse o seu livro. O Livro das Sete Eras da Igreja foi totalmente o livro do irmão Branham. O irmão Vayle trabalhou juntamente com o irmão Branham naquele livro. No entanto, o seu papel foi apenas de garantir a gramática, a pontuação, e adicionar e excluir todos os pensamentos que o irmão Branham queria adicionados ou eliminados do texto. Seja o que fosse que o irmão Branham lhe pedisse para fazer, ele estava disposto a fazê-lo, mas não era o seu livro, era o livro do irmão Branham.

A forma como eles conduziram o processo de escrever o livro foi a de que cada parágrafo era enviado de um lado para o outro entre o irmão Vayle e o irmão Branham. O irmão Vayle escrevia o que estava nos sermões gravados, e reformulava isso, se necessário, para facilitar a leitura e a continuidade, e depois enviava a transcrição para o irmão Branham que iria rever a transcrição, marcando qualquer coisa que ele não desejasse ter nela, ou escrevia com uma caneta vermelha as coisas que ele gostaria de adicionar ao livro que não foram ditas nas fitas. Então quando o irmão Branham pedia para o irmão Vayle inserir determinada doutrina em certas seções do livro, o irmão Vayle levava o material que o irmão Branham discutiu com ele; acrescentava isso ao texto, enviava-o para o irmão Branham para revisão, e o mesmo processo de inserir ou tirar acontecia mais uma vez. Este processo foi repetido vez após vez durante os meses que levou para deixar este livro concluído.

Não há nada no Livro das Sete Eras da Igreja que não tenha sido pregado nos  sermões do irmão Branham antes, durante ou depois que o livro esteve em processo. Algumas coisas foram alteradas durante o processo de escrever o livro, como o novo nascimento sendo o batismo do Espírito Santo, onde antes o irmão Branham tinha ensinado como duas etapas separadas da graça, mas no livro ele mudou isso para refletir o novo nascimento e o batismo do Espírito Santo como sendo o mesmo evento.

Alguns anos atrás eu comentei essas alterações com um certo irmão de Trinidad, que afirma que o irmão Vayle inseriu heresias nos ensinamentos do irmão Branham, colocando-os neste livro. Esse irmão não possui nenhuma ideia sobre a forma como o Livro das Eras da Igreja evoluiu, e não tem nenhuma ideia, seja da própria doutrina contida no livro como da Mensagem em geral. Em vez disso, promoveu-se a ser a única pessoa que poderia identificar todas as heresias na Mensagem. O irônico é que este irmão seja talvez o maior herege de todos nesta Mensagem, porque ele nega a autenticidade do Livro das Eras da Igreja, sendo o melhor trabalho do irmão Branham.

O irmão Vayle e eu passamos incontáveis ​​horas tratando sobre muitos detalhes a respeito do livro e de como ele foi feito. A razão disso é porque eu era os seus olhos e os seus ouvidos com relação aos irmãos no exterior, e ele concordou em 1998 de que ele iria trabalhar comigo nesta posição, e de que quaisquer perguntas que os irmãos fizessem eu responderia a eles, se eu soubesse a resposta, e onde eu não soubesse, eu conversaria com ele para obter a resposta, se ele a soubesse. O irmão Vayle e minhas discussões sobre o Livro das Eras da Igreja começaram lá no passado em 1976 e seguiram adiante até junho de 2012.




Eu também tive conversas com o irmão Willard Collins acerca do livro das Eras que começaram por volta de 1976. O irmão Collins foi o pastor do Tabernáculo Branham por 43 anos antes de se aposentar no ano passado. Eu comentei algumas das questões também com a irmã Meda Branham em 1982, um mês antes de ela falecer. Minhas conversas com o irmão Billy Paul vão desde 1977 e no decorrer dos anos desde então. Fora o irmão Vayle como meu mentor, o irmão Billy sempre tem sido outro veterano com quem eu busquei por respostas quando eu sentia a necessidade.

Portanto, estou muito familiarizado com as diferenças entre os sermões da série As Eras da Igreja,  pregada na década de 1960, e da série Apocalipse, em janeiro de 61. Eu sei também que o irmão Branham pregou pela primeira vez sobre as Sete Eras da Igreja em 1954, depois desejou colocar isso em um livro, e, portanto, fez uma série sobre isso em 1960 tendo depois por fim o irmão Vayle colocando a gramática para isso em meados 1965.

Na série de 1960 algumas pessoas sentem que Clarence Larkin influenciou a série do irmão Branham relacionada às Eras da Igreja. Eu não creio nisso nem por um minuto. Larkin não foi o primeiro a ensinar uma doutrina sobre as Sete Eras da Igreja. Isso foi entregue a ele pelo seu mentor, Dean Richard Graves. E na realidade, todo o grupo ao qual ele pertencia, cria e ensinava as sete igrejas representadas nas eras da igreja, e não apenas como igrejas individuais. O Livro das Eras da Igreja escrito por William Branham foi extremamente correto, não só na sua historicidade, mas também foi biblicamente pura em sua doutrina.





Eu me coloco contrário a todo este absurdo relacionado às alegações de plágio com esta simples declaração: como um professor universitário durante uma década, era uma prática comum entre todos nós docentes adotarmos a regra de que plágio é quando você toma o trabalho de uma pessoa e reivindica como o seu própriopesquisa é quando você toma o trabalho de muitos, e tira a sua própria conclusão com base naquela investigação”. William Branham se inclui no último destes dois argumentos. Ele tomou o trabalho de muitos e chegou às suas próprias conclusões separadas de qualquer indivíduo que ele pesquisou.

Na Universidade, incentivamos nossos alunos a usar uma bibliografia ou alguma forma de indexação de referências, mas isso é impraticável quando se prega um sermão e, portanto, não é necessário. Não medimos o valor de um sermão na influência que está presente, mas em vez disso, nós o medimos pela sua precisão bíblica e doutrinária.

Posso mostrar a você vários sites, tanto da Mensagem como fora da Mensagem, onde os ministros tomaram sermões completos meus, palavra por palavra, e os usaram para o seu próprio. Mas a minha posição sobre isso é que quando eu os coloquei em domínio público, não me importa quem os usa desde que eles não mudem o que eu disse; mas se eles alterarem isso e depois atribuírem a mim a redação reformulada, então eu tomarei exceção a essas mudanças.

Mas William Branham disse isso da melhor maneira quando falou que ele havia pesquisado e lido muitos livros, e citado muitos dos nomes listados abaixo, concordando, por vezes, e discordando em outras vezes. A seguir está uma pequena lista dos materiais que o irmão Branham fez referência em seus estudos.

1) “A Igreja Peregrina” de Broadbent,
2) “Como Isso Aconteceu?” por R.C. Hazeltine,
3) “A História das Igrejas Primitivas”.
4 e 5) “Os Pais de Nicéia” ... que inclui os pais Pré-Nicéia e Pós-Nicéia; a vida completa de Saint Martin...
6) “O Livro dos Mártires” de Fox,
7) Josefo,
8) Scofield,
9) “As Duas Babilônias” de Hislop
10) “As Eras Primitivas” de Pember,
12) Larkin.




Capa original do livro escrito por Larkin em 1919. As sete eras da igreja e os sete selos mencionados neste seu livro por Larkin, totalizam juntos pouco mais de 12 páginas somente, enquanto que tudo que o irmão Branham escreveu sobre as eras em seu livro, e mais a sua série transcrita sobre os selos somam mais de 800 páginas. Mesmo assim, os críticos de William Branham querem convencer aos seus leitores de que todo o material escrito pelo profeta sobre estes dois temas não passou de uma cópia ou plágio de tudo que Larkin escreveu. No entanto, para que isso fosse possível, Larkin precisaria ter escrito no mínimo o mesmo volume de páginas que Branham escreveu para que o suposto plágio acontecesse.

Literalmente há dezenas de milhares de páginas nesses livros, e ainda assim, havia  também um monte de enciclopédia que ele também leu e outros livros históricos sobre a igreja primitiva. Portanto, como você pode ver, ele estava bem a par sobre os muitos dos estudiosos que escreveram ao longo dos tempos, mas ele fala melhor nestas próximos citações:

A Instrução de Gabriel Para Daniel (30/07/1961) § 22
Eu estive lendo o livro do Dr. Larkin, o livro do Dr. Smith, as notas do Dr. Scofield, vários comentários de homens em todos os lugares, e ainda assim eu não consigo reuni-los juntos para fazer isso dar certo. Vê? Então, esta semana eu estou pensando em... Fui visitar a biblioteca em Kentucky sobre alguns dos calendários e tempos  da antiga astronomia, e pegar das bibliotecas e coisas tais todos os livros antigos que eu pudesse, e pelo pouco que posso fazer, ter a minha confiança solenemente em Jesus Cristo para revelar isso para mim, porque eu não quero dizer: “Eu sei isso e eu sei aquilo”. Ele conhece o meu coração; Ele está ouvindo a mim. Mas eu quero isso para que eu possa iluminar o Seu povo. Portanto eu creio que Ele dará isso a mim. Eu ainda não sei, mas estou confiando Nele para o próximo domingo, porque isso será uma parte tremenda, como no próximo domingo para conhecer e colocar as setenta semanas. Cada um tem um ponto diferente. E quando você tem, você passa por eles; eles não se saem bem; eles não registram corretamente. Não pode. E, portanto, eu não posso ser capaz de ter isso certo, mas eu confiarei no Senhor sobre isso.

Agora, você não pode pedir uma atitude melhor do que essa! Deste modo, me parece que ele deu crédito onde o crédito podia ser dado, mas como ele disse, era um ato de malabarismo tentar endireitar, tendo em vista que cada homem tinha uma grande capacidade de ensinar isso da maneira que acreditava e, por vezes, eles viram isso da maneira errada.

Novamente nesta próxima citação ele dá crédito a estes homens como você verá:

As Setenta Semanas de Daniel (06/08/1961) § 26
Agora, hoje mesmo estamos nos aproximando: “O que são as Setenta Semanas?”. E esta é uma parte muito vital: As Setenta Semanas. Agora, sabemos que as Escrituras não podem mentir. Elas têm de ser a verdade. E se este anjo Gabriel veio e disse a Daniel que há apenas 70 semanas restantes para os judeus... Agora, gostaríamos de aplicar isso a seis dias – ou sete semanas de dias. Mas na profecia isso é sempre dado em parábolas. E assim, sem dúvida que ao longo das eras, tem havido centenas vezes centenas de pessoas, de estudiosos, homens capazes, tentando explicar o que estas setenta semanas eram. E eu li muitos dos seus comentários sobre isto. E eu sou muito grato ao Sr. Smith da igreja adventista pelos seus pontos de vista. Sou muito grato ao Dr. Larkin pelos seus pontos de vista. Sou grato a todos esses grandes estudiosos pelos seus pontos de vista sobre isto. E ao lê-los, isso me ilumina muito para que eu possa encontrar os pontos que parecem certos. Mas para obter os pontos de vista que eu pensava que gostaria de explicar, eu pesquisei através da enciclopédia do tempo para descobrir o que o tempo significava.

A Festa das Trombetas (19/07/1964) §§ 38-40
Agora, então, quando terminamos com o livro da revelação da igreja, o que Deus fez àquelas sete igrejas, as quais estavam em sua infância, ou sua sombra, na Ásia Menor. Então o Espírito Santo revelou e abriu para nós todos os mistérios Ali, como Ele restaurou Sua Igreja no decorrer da história. E se vocês não têm As Sete Eras da Igreja em fita, seria bom se vocês as ouvissem. E em breve elas estarão em forma de livro. Então simplesmente deixando isto nesse ponto, e presumindo que depois de um tempo nós iríamos pregar sobre os Selos, não sabendo o que os Selos eram. Eu tinha minha própria ideia, como todo ministro, por ler, talvez, o que outros homens tinham dito; e crendo tanto quanto me era possível, com eles, sobre as coisas que tinham esboçado, suas conclusões. Eu tinha lido o livro do Sr. Smith, Uriah Smith, o qual é o professor adventista, e eu tinha lido seus - seus pensamentos sobre isto. E eu tinha lido os do Sr. Larkin. Eu tinha lido, oh, tantos diferentes, de seus comentários sobre Isto. Mas de um modo ou de outro, eu pensava ter um - um pequeno ponto de vista disto, eu mesmo, que poderia ser diferente em certos pontos.

Observe que ele disse que enquanto lia todos eles, ele concordava com muitos, mas em alguns pontos ele via as coisas um pouco diferente de como eles viam. Agora eu vou inserir aqui alguns parágrafos onde eu abordei isso com o meu povo aqui há algumas semanas, com relação a esta controvérsia. Os parágrafos estão numerados para que você não falhe em ver o que está inserido.

5 Bem, deixe-me dizer uma coisa, William Branham pode ter usado alguns pensamentos que Clarence Larkin também utilizou, mas Clarence Larkin usou esses mesmos pensamentos que John Nelson Darby usou, e John Nelson Darby usou esses mesmos pensamentos que Dean Richard Graves lhe ensinou, e a progressão segue lá para trás até Irineu, Policarpo, João, Paulo e por todo o caminho até Moisés.

6 Mas eles acham que quando o irmão Branham falou sobre o anjo entrando no quarto  e mostrando-lhe a verdade, eles pensam em sua mente que o irmão Branham era uma espécie de um mudo que não tinha nada em sua mente, como se sua mente fosse uma lousa em branco e que o anjo veio e disse-lhe tudo o que dizer.

7 Isso não é sequer o que o próprio William Branham disse, como vemos em O Primeiro Selo (18/03/1963) §§ 35-38
E agora o Cordeiro está em pé. Agora, esta noite, enquanto entramos neste capítulo 6, Ele tem o Livro em Sua mão, e está começando a revelá-Lo. E, oh, eu hoje certamente teria… E espero que as pessoas sejam espirituais. Eu teria cometido um horrível engano quanto a Isso, se não tivesse sido, por volta do meio dia hoje, quando o Espírito Santo entrou na sala e me corrigiu quanto a uma coisa que eu estava anotando para falar. Eu estava tirando Isso de um velho contexto. Eu não tinha nada a esse respeito. Não sei o que é o Segundo Selo, nada mesmo. Mas eu havia pego um velho contexto de algo sobre o que eu falei vários anos atrás, e o anotei. E eu tinha compilado este contexto, contexto do Dr. Smith, muitos professores grandes e notáveis dos quais eu – eu tinha compilado isto. E todos eles criam nisso, de modo que o havia anotado. E eu estava para dizer: “Bem, agora irei estudá-Lo a partir desse ponto de vista.” E ali, por volta do meio-dia, o Espírito Santo desceu na sala, e a coisa inteira se abriu para mim, e ali estava Isto, veja, deste – deste Primeiro Selo sendo aberto.

8 Agora, o que é que o irmão Branham está nos dizendo aqui? Ele está dizendo: “Olhe, eu sou apenas um  homem e eu sou totalmente dependente do Pai para me mostrar o que dizer, porque se Ele não tivesse enviado o Seu Anjo àquele quarto para me corrigir, eu teria dito o que eu estava apenas me preparando para dizer em minha própria mente, com base no que eu tinha lido de outros”.

9 Em outras palavras, ele diz: “Eu li todos os antigos professores, o Dr. Smith, Clarence  Larkin, John Nelson Darby, Alexander Hislop, os Pais Pré-Nicéia e os pais Pós-Nicéia, tudo isso, e eu teria cometido o mesmo erro que todos eles cometeram se Deus por Sua graça, não entrasse no quarto e me endireitasse”.

10 Em seu sermão Gafanhoto, Lagarta e Locusta (23/08/1959) § 64 Eu  li o “Livro dos Mártires” de Fox. Eu li os primeiros escritos de Josefo. Eu li “As Duas Babilônias” de Hislop.  Eu li a “As Eras Primitivas” por Pember. Eu... Ah, e os Pais de Nicéia, e pouco antes do Concílio de Nicéia, depois do Pentecostes.

11 Agora, eu poderia dar a você muitos lugares onde ele disse que lia aqueles livros e  ainda mais. Portanto o irmão Branham não era um caipira de mente vazia que algumas pessoas querem fazê-lo ser. Ele não era um caipira analfabeto apenas esperando o Espírito Santo vir e dizer-lhe tudo o que tinha para dizer. Ele lia então todos estes grandes volumes de livros e se você já viu isso, o “Pais de Nicéia” possui 38 volumes nele, e há 6.448 páginas lá. E depois olhe para todos os outros livros que ele leu, e você está falando de dezenas de milhares de páginas de história da Igreja e de convicções teológicas e argumentos.

12 Sou tão grato por Deus ter pensado o suficiente de nós para descer nesta  hora e endireitar-nos de toda a confusão com o “Assim diz o Senhor”.

13 E assim, quando ele ia pregar sobre os Selos, ele não tinha nada exceto o que havia lido, e ele entrava no quarto para orar para que Deus o ajudasse, porque havia muitos pontos de vista diferentes, alguns melhores do que outros, ele admitiu isso para nós. E assim, quando Deus veio e mostrou-lhe o que era a verdade, não importaria para mim que algumas dessas coisas fossem ditas por Clarence Larkin, ou por qualquer outro homem. Todos eles tinham algumas verdades, mas nenhum deles tinha tudo certo. E nenhum deles tinha o assim diz o Senhor, nem aquele anjo para fazer a diferença. Havia alguns, como Larkin, que estavam mais certos do que a maioria, mas ele também tinha muita coisa que não estava correta. Apenas suas próprias teorias intelectuais sobre como a história das eras se formaram. E assim nós havíamos chegado ao final da estrada onde a coisa toda tinha se tornado apenas em noções de homens. E esta é a era em que a Palavra de Deus profetizou que chegaria a isso, mas também o próprio Deus viria para restaurar.

14 Esta é a era em que Deus prometeu em Joel 2:25-26 E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto, a locusta, e o pulgão e a lagarta, o Meu grande exército que enviei contra vós. E comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente; e o Meu povo nunca mais será envergonhado.

15 Assim, Deus prometeu restaurar, certo? Agora, o que significa a palavra “restaurar”?  Será que significa trazer algo novo? Não!! Será que significa criar alguma coisa do nada? Não, não, não!!! Restaurar significa devolver, retorno; colocar ou trazer de volta à existência ou ao uso; trazer de volta ou por de volta a um estado anterior ou original; renovar.

16 Agora, renovar não significa fazer algo novo. Significa voltar a algo que  havia estado lá, mas que não está mais lá faz tempo. Em outras palavras, restaurar como retornar a algo que havia estado lá, mas que se perdeu. E é isso que Deus prometeu em Joel capítulo  2. E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto, a locusta, e o pulgão e a lagarta, o Meu grande exército que enviei contra vós.

17 E se essas coisas haviam sido comidas, então elas já não estavam por lá, certo?  E quem fará a restauração? Deus disse que iria fazer isso. E é disso que se trata o Assim diz o Senhor”. O Senhor disse assim.

18 Então nós vemos o irmão Branham nos mostrando o que está ocorrendo em nossa era, o que  nós chamamos de Omega, porque é a última era, e ele faz isso, mostrando-nos o que aconteceu na primeira era, que é a era Alfa. E ele volta para o primeiro Êxodo para fazer assim, que foi durante o tempo do ministério de Moisés e da Mensagem. Lá vemos que naquele dia também tivemos um profeta e a Coluna de Fogo vindicando aquele profeta e ainda assim houve homens que se recusaram ao que foi dito por aquele profeta que foi vindicado por Deus.



Agora, irmão (...), eu nunca me importei muito para essa noção de “quem disse isso primeiro”, porque não é essa a questão. Sejamos francos, se alguma coisa é dito e isso não é o que Paulo disse então é falso, e qualquer coisa que Paulo disse você pode encontrar onde Moisés o disse primeiro. E Moisés disse: “Se você acrescentar ao que eu já tenho dito você está amaldiçoado”; por isso que Paulo não poderia vir com algo novo. Tudo que ele disse ele tirou dos profetas e Moisés.

Portanto tudo se resume a isso, a verdade é a verdade” e esse é o nosso foco. Toda essa confusão sobre plágio não tem nada a ver com a verdade, que tem a ver com quem o disse primeiro como se isso significasse alguma coisa, quando isso não tem absolutamente nada a ver com isso de modo algum. Mas isso é apenas o espantalho que o diabo tem colocado para conduzir as pessoas para fora desta Mensagem, e eu digo: “Deixe-os ir”, porque esse tipo de pessoa somente fica no caminho do que Deus está realmente fazendo de qualquer maneira. Tudo que eles estão fazendo é tentar desacreditar o mensageiro para fazer as pessoas questionarem se a Mensagem é ou não genuína. E se isso os assusta eles não têm o direito de seguir esta Mensagem de qualquer maneira, porque isso não é para eles. Eles não pertencem a ela. Ela não pertence a eles. As coisas que estão ocultas pertencem ao Senhor nosso Deus, mas as coisas que são reveladas pertencem a nós e a nossos filhos para sempre. E isso não é revelado a você até que isso seja expressado em e através de você. Isso é o que significa revelação. Significa a verdade divina  que se manifesta.

É disso que se trata todo o sermão Cristo é o Mistério de Deus ReveladoA Palavra Falada é a Semente Original. Nada do que esses irmãos estão direcionando as pessoas lhes conduz a crer em um profeta vindicado. É tudo uma distração para levá-los a olhar para a carne do homem, e não para o Assim diz o Senhor”Essa é a única coisa que o irmão Vayle mais nos ensinou, que é colocar nossa confiança na vindicação 

São crianças que gostam de dizer “eu disse isso primeiro”, e o outro argumentará: “Não, eu o disse primeiro” Eu não gosto de brinquedos infantis. O pensamento infantil não tem lugar na economia de Deus nesta  hora tardia. Ou os filhos de Deus são guiados pelo Espírito de Deus, ou eles não são. Há muitos anos atrás eu preguei um sermão na minha igreja que o irmão Vayle gostou tanto que ele me pediu para pregar em sua igreja. Eu mostrei nessa mensagem onde a Escritura diz: “Tenha cuidado com o que você ouve” e de como isso significa: “Tenha cuidado com a maneira que você está ouvindo. Em outras palavras, o que você está usando para medir é o que você receberá em troca. Pois o instrumento de medir que você usa, é a medida que você irá receber em troca. Portanto, uma mentalidade batista vai ler uma bíblia batista  e uma mentalidade pentecostal vai ler uma bíblia pentecostal, e eles estão lendo a mesma Bíblia, porém eles estão recebendo pensamentos e resultados diferentes ao ler a mesma Bíblia. Como o irmão Branham disse que o denominacionalismo está dizendo que você não está olhando através dos meus óculos, portanto, você não está olhando de modo algum.

Quantos desses irmãos que menosprezam o nome de William Branham e o chamam de plagiador estão dispostos a chamar o apóstolo Paulo de plagiador? Ou Jesus de plagiador? Pois a maioria do que Jesus disse, posso mostrar a você os profetas do Antigo Testamento que disseram isso antes Dele.
  
Veja, há um princípio que o irmão Vayle ensinou acerca do ensino do Omega que se entendido corretamente, você compreenderá que a reflexão significa que você não é o primeiro, você está apenas refletindo o que já foi. A palavra em Inglês  tem” é usada centenas de vezes no Novo Testamento, e é traduzida da palavra grega echo, que significa a mesma coisa no grego como acontece no inglês. Na verdade, é daí onde tomamos emprestado a palavra. E um eco significa dizer a mesma coisa com a mesma inflexão ou espírito por trás disso.

Em Mateus 13:10-13 lemos: E os discípulos vieram e disseram-Lhe: Por  que lhes falas em parábolas? Ele respondeu, e disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado. Porque quem tiver(quem for de tal natureza que seja feito para ecoar) lhe será dado, e terá em abundância; (porque um eco não tem isso só uma vez, ele tem isso muitas vezes, vez após vez, como Eliseu teve uma porção dobrada do que Elias tinha) mas quem não tem(“Quem não for capaz de ecoar ou dizer o que Eu disse e da maneira que Eu o disse”) até o que ele tem lhe será tirado. (mesmo que ele pense que esteja ecoando) por isso lhes falo em parábolas: para que eles vendo, não vêem ; e ouvindo, não ouvemnem entendam.

Mais uma vez João se expressou melhor quando ele disse: 1 João 5:12 Aquele que tem (ecoa) o Filho tem (ecoa) a vida; e aquele que não tem (ecoa) o Filho de Deus não tem (ecoaa vida. E é por essa razão que as pessoas conseguem citar o profeta ou as Escrituras com um entendimento errado  e nem refletem o que foi dito. Se a pontuação estiver errada, isso torna as palavras exatamente o contrário do que foi dito, como um ponto de interrogação é o oposto de um ponto de exclamação, mesmo que as mesmas palavras estejam sendo ditas, e isso lhes dará um sentido contrário.

E até o ponto de dizer que algo sejam versos plagiados é um eco da verdade que foi dito antes. Sabemos do fato de que 29% do idioma Inglês é plagiado (emprestado, ecoado) do latim, 29% do francês, 26% do alemão, e 16% de outra língua. Em outras palavras, o inglês se tornou um idioma universal, e é 100% totalmente plagiado (emprestado, ecoado) de outros grupos linguísticos. Eu prefiro dizer que William Branham e Larkin repetiram a mesma verdade. Agora, isso é uma coisa ruim? De jeito nenhum. O inglês é um idioma que pode ser melhor traduzido em muitas outras línguas, porque teve a sua origem em outros idiomas.

Eu vejo a mesma coisa com esta Mensagem. A Mensagem não é algo totalmente novo, como se fosse totalmente diferente, pois se Ela fosse seria maldita, de acordo com Gálatas 1:6-9. Mas Ela é a verdade transmitida ao longo dos séculos, e em algum lugar distante de alguma maneira Ela se perverteu, mas no tempo do fim o próprio Deus disse que viria para restaurá-La. Se o Arrebatamento começou sob Lutero, o germe da vida surgindo depois, então é quando as verdades começaram a surgir novamente, tendo sido sepultadas durante as eras escuras.

A verdade na mensagem de Lutero foi pregada por William Branham. Não o condenamos  por pregar justificação e dizer que ele plagiou Lutero? E quanto à santificação sob Wesley? Não condenamos William Branham por plagiar Wesley sobre a santificação? É interessante que o próprio Wesley admitiu que ele não chegou a parte alguma até que ele veio para a mensagem de Lutero em Aldersgate, quando o prefácio de Lutero para o seu livro sobre Romanos foi lido e uma experiência fervorosa ocorreu no coração de Wesley. E que tal a restauração dos dons e o batismo com o Espírito Santo? Nós deveríamos crer que William Branham deveria ter a sua própria versão disso também? Não, meus irmãos, a verdade é a verdade, e não deveríamos prestar atenção no vaso que Deus escolhe para trazê-la.

Sou simplesmente grato de que ele a trouxe. Eu não sou aquele que diz que tinha que vir através de William Branham para que fosse a verdade. Mas estou feliz porque Deus vindicou o seu ministério para que eu pudesse descansar ao saber que ele tem razão. Sei que o seu entendimento foi progressivo, assim como todo o nosso entendimento vem da mesma maneira. Até mesmo Jesus aprendeu e cresceu em sabedoria, estatura e graça diante de Deus. Então não vamos ser tão duros com um homem que deu o seu sangue da vida por nós, por mim e por você, que se elevou acima de suas próprias limitações, sem instrução, e chegou ao fundo da verdade, tomou o que ele aprendeu de volta de Deus e entregou isso tão livremente que poderíamos ter isso endireitado e sem erros.

É por isso que sou grato. Eu nunca pensei que tudo o que o irmão Branham sabia foi o que ele tinha ouvido de um anjo. Eu nunca acreditei nisso nem por um minuto. Ele recebeu isso de sua bíblia, assim como você e eu recebemos de nossa Bíblia. Foi por isso que eu amei o ministério de Vayle também. Mesmo depois de ler o comentário de outra pessoa, ele ainda assim foi e verificou isso com a Bíblia e guardou o que estava certo e não guardou o que não estava certo. Sou grato por isso. Isso não quer dizer que eu pensava que ele levou tudo isso até o anjo, mas ele levou isso de volta para a Palavra de Deus. Ele mesmo disse: “Eu preciso levar tudo de volta à Bíblia, até mesmo as visões”.

Mas eu sabia que quando o irmão Branham ficava preso em algo ele tinha uma vantagem que você e eu e o irmão Vayle não tínhamos. Ele poderia ir até aquele anjo e deixar isso acertado, e foi isso que ele fez. É por isso que eu sou grato. E quando o anjo fazia isso, Ele normalmente dava ao irmão Branham pelo menos uma referência bíblica, e o que eu gostava sobre o seu relacionamento com o irmão Vayle é de que o irmão Vayle era um professor da Bíblia que sempre procurava por mais Escrituras sobre o que Deus mostrou ao Seu profeta.

Agora, querido irmão, a sua conclusão sobre o irmão Vayle ser o autor do Livro das Sete Eras da Igreja é uma conclusão errada. Mas você chegou a esta conclusão porque você comparou o Livro das Eras com os sermões pregados. Mas na sua comparação você concluiu que o irmão Vayle escreveu o Livro das Eras porque era tão diferente. Bem, eu sei do próprio irmão Vayle que disse que tudo no livro veio de e por meio do irmão Branham. De modo que isso em si deveria deixar saber que o irmão Branham fez correções relacionados ao seu ensinamento com o auxílio do Espírito Santo. 

Para encerrar, deixe-me apresentar só mais um ponto. As coisas que eles criticam são  fatos ​​históricos verificáveis que qualquer homem tem o direito de repetir o que é verificavelmente verdadeiro. Não precisa de revelação para isso, é simplesmente uma questão de ser capaz de ler. Eu cheguei às mesmas conclusões em meus próprios estudos sobre a história e revisão das Escrituras em 1974 depois de ler o livro, e cada acontecimento histórico e detalhes das Escrituras revelaram a verdade, e eu concluí que o livro era a pura verdade.

Estes homens que afirmam que as 381 páginas do livro de William Branham sobre os Sete Eras da Igreja era uma obra plagiada de um estudo de seis páginas de Clarence Larkin são incrédulos. Não há mérito em seus argumentos.



Irmão Brian Kocourek,
Pastor do Tabernáculo do Companheirismo da Graça,

Lebanon, Ohio, 45054.

Um comentário:

  1. QUE ELE PLAGIOU ISSO É FATO... É SÓ COMPARAR O LIVRO DE LASKIN E O DE BRANHAM [.KKK]

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